Controle Biológico
O controle biológico é um fenômeno natural que consiste na regulação do número de plantas e animais por inimigos naturais. Dentre esses existem grupos bastante diversificados como insetos, vírus, fungos, bactérias, nematóides, entre outros. Portanto, controle biológico nada mais é do que a ação de parasitos, predadores e patógenos que mantém a densidade populacional de outros organismos em uma média mais baixa do que ocorreria em sua ausência.
A Biocontrol está em fase de estudos de isolados e concentrações ideais para pragas urbanas, com foco na saúde humana, através do controle biológico. Conheça abaixo nossos projetos.

Broca-do-café (Hypothenemus hampei)
Estima-se que a broca-do-café provoque danos da ordem de 500 milhões de dólares em todo o mundo. Nos últimos anos esta praga tem se constituído no principal problema entomológico em todas as regiões cafeeiras do mundo, ocasionando perdas de 10 a 80% na produção.

Para o desenvolvimento de um programa de controle microbiano, a seleção de isolados de fungos entomopatogênicos é de extrema importância e deve ser a etapa inicial. A grande variabilidade genética dos fungos deve ser explorada, para que sejam utilizados isolados mais adaptados ao inseto e, conseqüentemente, mais virulentos.

Dengue
É uma doença infecciosa aguda de curta duração, de gravidade variável, causada por um arbovírus, do gênero Flavivírus (sorotipos: 1, 2, 3 e 4). No Brasil, circulam os tipos 1, 2 e 3. O vírus 3 está presente desde dezembro de 2000 e foi isolado em janeiro de 2001, no Rio de Janeiro.

A dengue é transmitida principalmente pelo mosquito Aedes aegypti infectado, mas também pelo Aedes albopictus. Esses mosquitos picam durante o dia, ao contrário do mosquito comum (Culex), que pica durante a noite. O Aedes aegypti é principalmente encontrado áreas tropicais e subtropicais do mundo, pois as condições do meio ambiente favorecem seu o desenvolvimento e proliferação. As epidemias geralmente ocorrem no verão, durante ou imediatamente após períodos chuvosos. A dengue está se expandindo rapidamente, e a grande preocupação é que nos próximos anos a transmissão aumente por todas as áreas tropicais do mundo se medidas eficientes não forem tomadas para a contenção das epidemias.

Febre amarela
É uma doença infecciosa causada por um tipo de vírus chamado Flavivírus, cujo reservatório natural são os primatas não-humanos que habitam as florestas tropicais.

Existem dois tipos de febre amarela: a silvestre, transmitida pela picada do mosquito Haemagogus, e a urbana transmitida pela picada do Aedes aegypti, o mesmo que transmite a dengue e que foi reintroduzido no Brasil na década de 1970. Embora os vetores sejam diferentes, o vírus e a evolução da doença são absolutamente iguais.

A forma urbana já foi erradicada. O último caso de que se tem notícia ocorreu em 1942, no Acre, mas pode acontecer novo surto se a pessoa infectada pela forma silvestre da doença retornar para áreas de cidades onde exista o mosquito da dengue que prolifera ao redor das residências e ataca durante o dia.

Malária
Malária é uma doença prevalente nos países de clima tropical e subtropical. Também conhecida como sezão, paludismo, maleita, febre terçã e febre quartã. O vetor da doença é o anofelino (Anopheles), um mosquito parecido com o pernilongo que pica as pessoas, principalmente ao entardecer e à noite.

O ciclo da malária humana é homem-anofelino-homem. Geralmente é a fêmea que ataca porque precisa de sangue para garantir o amadurecimento e a postura dos ovos. Depois de picar um indivíduo infectado, o parasita desenvolve parte de seu ciclo no mosquito e, quando alcança as glândulas salivares do inseto, está pronto para ser transmitido para outra pessoa.

A Amazônia é a região do Brasil onde ocorrem 98% dos casos de malária.

Barata
As baratas são insetos que formam um grupo cosmopolita, podem causar diversos problemas, o principal são os diversos patógenos que são transmitidos aos seres humanos como bactérias, fungos, protozoários, vermes e vírus. O primeiro registro da existência de baratas foi cerca de 400 milhões de anos atrás. Não houve muitas transformações ao longo do tempo, mas a genitália da fêmea passou a não ser visível externamente, os ovos passaram a ser colocados numa ooteca em vez de individualmente, as asas deixaram de ser utilizadas para voar e passaram a proteger o abdômen.

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