Tecnologia Agrícola
Manejo estratégico e seguro contra invasoras do algodão

Imagem retirada de https://www.noticiasagricolas.com.br/noticias/informe-publicitario/228299-manejo-estrategico-e-seguro-contra-invasoras-do-algodao.html#.XEW0X2mnfcc
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É grande a lista de plantas daninhas que atacam as lavouras de algodão e promovem grande competição por água, luz, nutrientes e espaço físico. Nessa relação de invasoras aparecem trapoeraba, corda-de-viola, leiteiro, picão preto, caruru, buva, fedegoso, capim-colchão, capim-amargoso e capim-carrapicho. Todas essas plantas podem provocar perdas na colheita, prejuízos para o aproveitamento genético do algodão e até mesmo redução da qualidade da fibra, devido a impurezas e manchas provocadas pelas folhas das plantas daninhas.

“Essa questão é muito séria, pois dependendo o período de convivência das invasoras e o estágio de desenvolvimento da cultura, as perdas da lavoura podem chegar a 100%”, alerta Jairo Santos, engenheiro agrônomo da área de Desenvolvimento Técnico de Mercado da BASF. O profissional explica que o período mais sensível da lavoura vai da emergência até 40 DAE (dias após a emergência), daí a importância de se fazer o controle pós-emergência.

A BASF disponibiliza aos cotonicultores duas soluções que ajudam a combater as invasoras nessa fase. Uma delas é o Liberty®, herbicida não seletivo para uso em área total da cultura em aplicações de pós-emergência das variedades ou híbridos de algodão. A outra é o Finale®, também um herbicida não seletivo de ação total que controla de maneira eficiente as plantas daninhas. Entre os benefícios desses produtos, o agrônomo da BASF destaca o mecanismo de ação, –

Santos explica não haver um manejo que atenda a todas as fazendas da mesma forma, por isso é imprescindível que cada produtor adote a estratégia que melhor se adeque a sua realidade e da sua propriedade. “A estratégia para o controle herbalógico deve levar em consideração o espectro das plantas daninhas, se é um biótipo resistente ou não, a textura do solo e até as tecnologias adotadas naquela lavoura”, diz o agrônomo, que também ressalta ser essencial estabelecer um manejo que evite os casos de resistência, sobretudo ao glifosato, e mantenha positiva a relação custo/benefício. “Esse é um dos motivos pelos quais a BASF mantém o constante investimento em inovações tecnológicas, ampliando o portfólio de soluções à disposição dos produtores. Além disso, procuramos compartilhar informações técnicas que ajudem os cotonicultores a extraírem o máximo potencial de suas lavouras.”


Fonte: Notícias Agrícolas, com informações da Basf


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